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7 de dez de 2015

18 modelos de calendário 2016 vetor

Pra encerar o ano vou trazer uma sequência de postagens compartilhando alguns modelos de calendário 2016. Serão dezenas de calendários em vetor para você usar como quiser.

2 de set de 2011

Caneta Pantone



O mais legal é que tem dois tipos de ponta.
Clique para ampliar
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Você pode comprar avulsas ou ainda, o set com 12, 24, 36, 72 ou 150. 
Você pode compar aqui.






Visto em Link

27 de jul de 2011

Ops! Foi um mal-entendido


Mal-entendidos são casualidades que acontecem o tempo todo. Já parou para contar quantas vezes as pessoas entenderam de outra forma aquilo que você disse, ou que você entendeu errado o que lhe disseram?
Por Alexandre Bigaiski

26 de jul de 2011

Design+Publicidade: União em favor da comunicação integrada


cokeHá muita confusão entre as profissões de Design ePublicidade. Mas o ideal mesmo, é que sejam sanadas todas as dúvidas e, além disso, que essas profissões se unam em favor de uma comunicação integrada mais inteligente e de acordo com as novas formas de comunicação. Mas antes, vamos dar uma olhada nas definições de Design e dePublicidade.

Design

“(dizáinsm (ingl1 Concepção de um projeto ou modelo; planejamento. 2O produto

23 de jun de 2011

101#



Hoje 23/06 o blog Finalizart teve seu centésimo (100#) post e eu nem vi. 
Parabéns a todos que ajudaram para chegarmos até aqui.

13 de out de 2010

Ser designer é…

    @ ter o despertador pra a hora de ir dormir, e não a hora de acordar;
    @ter uma dieta a base de café, Coca-Cola e RedBull; 
    @ter fones de ouvidos quase implantados na sua cabeça; 
    @tomar café da manhã, almoço e jantar ao mesmo tempo; 
    @Ouvir os amigos dizerem “Que bonito isso!” mas não entenderem o conceito; 
    @refazer um job pois ninguém entendeu o conceito; 
    @ter mais fotos de coisas do que de sua famía; 
    @saber usar o Photoshop, Illustrator, InDesign e Dreamweaver mas não entender como rodar o Excel; 
    @comprar revistas de R$ 50 mas não ter tempo de ler; 
    @não conseguir olhar para qualquer coisa gráfica sem tentar melhorá-la na sua cabeça; 
    @não conseguir andar pelo shopping sem criticar embalagens de produtos; 
    @ouvir sua vó lhe apresentar orgulhosamente como “artista” para amigos; 
    @ter sua mãe achar que você trabalha com computadores; 
    @ser confundido como “técnico em informática” pois “você passa muito tempo na frente daquele tal computador”; 
    @cobrar o cente constantemente o briefing e materiais para não estourar o cronograma; 
    @Ver o cente demorar para enviar o briefing e materiais e depois reclamar que você está estourando o cronograma; 
    @terminar o projeto após 3 meses e 20 rodadas de aprovação para o cente dizer “não sei…acho que não ficou muito legal”; 
    @passar metade do projeto convencendo o cente que você sabe o que está fazendo; 
    @passar a outra metade do projeto expcando ao cente que você está cobrando pelo seu conhecimento; 
    @ter alguém pra dizer “Meu sobrinho também faz dizáin“. E quando questionado sobre em qual período ele se encontra, escutar um “Tá terminando o Ensino Médio”; 
    @acordar se sentido um “garoto de programa” pensando em duas coisas:  
                1) você precisa parar com isso.
                2) você precisa cobrar mais caro por isso; 
    @passar metade da vida falando pra todo mundo que “logomarca” não existe; 
    @desistir de ensinar a todo mundo que “logomarca” não existe; 
    @estranhar aquela luz amarela no céu quando você finalmente sai de casa durante o dia; 
    @ter que expcar a um cliente que uma gráfica não imprime uma imagem JPG de 72dpi e em RGB para fazer um outdoor;
    @Ter que expcar ao cliente o que é JPG, dpi, RGB e “cêmique“; 
    @ter que explicar que Pantone não é aquele pão com frutas cristazadas que vendem no natal; 
    @acordar dia após dia, sabendo que essas coisas nunca vão mudar e mesmo assim pensar:
    “Eu não me vejo fazendo nada melhor na vida. Amo tudo isso” 
     
Faltou alguma coisa? Quer colaborar com mais idéia do que “ser designer é…”? É só deixar um comentário abaixo!

26 de set de 2010

Dane-se o prazo!

Quase isso.

A correria que a gente trabalha nos faz ficarmos acostumados com o “melhor que deu pra fazer nesse tempo“. Mas quando vamos para o próximo job, a loucura é a mesma. E então passamos a ver os trabalhos que chegam pra nós como uma pilha de trabalho a ser entregue.

E isso é ruim. Muito ruim. Porque uma hora você se entedia com aquele bando de coisa meia boca que sai do seu Photoshop. Não necessariamente porque você não é bom ou não sabe fazer direito, mas porque nunca dá tempo de refinar. Quando você começa a juntar os trabalhos pra ver o que vai entrar no portfólio, ou fazer uma retrospectiva, parece que nada merece ser muito lembrado e começamos a dar desculpas pra nós mesmos do que não ficou legal. E isso é uma merda porque essa auto-enganação não dura muito tempo, caímos na real rapidinho.

É preciso ter aquela calma que o diretor de criação tem.

Já ouvi algumas vezes que algo que tinha feito não estava bom o suficiente e ia precisar refazer. Eu até concordava que dava pra melhorar, mas não havia tempo suficiente, porque outras coisas estavam na fila. A tal fila. Sempre a fila. A fila da p… Nessas horas eu me questionava o que ia acontecer, uma vez que o tempo estava curto pra entregar tudo e eu ia ter que gastar mais tempo no que já deveria ter sido entregue.

Uma vez percebendo que um atraso vai acontecer, é hora de chamar o pessoal de atendimento, projetos, tráfego, diretor de criação e todo mundo que tem poder de negociar alguma coisa internamente e/ou com o cliente.

Não estou recomendando ninguém ser irresponsável, a gente precisa sim ter comprometimento com as entregas (uma vez um chefe meu falou que “prazo não chama deadline em inglês à toa”), mas privilegiar a entrega em detrimento total da qualidade é um tiro no pé no longo prazo. Tanto para a agência, que começa a produzir material de qualidade inferior, quanto para o criativo, que tende a se acomodar em entregar aquilo. E essa acomodação é o que estraga qualquer carreira e tira a empolgação de trabalhar.

Escrito por Camilo Oliveira em julho 17, 2010
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